domingo, 8 de setembro de 2013

Tecnologia assistiva – um meio que torna atividades educacionais acessíveis




Tecnologia assistiva – um meio que torna atividades educacionais acessíveis

Órteses são recursos de tecnologia assistiva  funcionais que potencializam qualidade de vida  no processo de cura ao aliviar a articulação, ou, no caso de condições crônicas, para aliviar a articulação ao oferecer um apoio consistente e proporcionar autonomia na realização de determinadas tarefas.
Órteses são colocadas junto a um segmento corpo, garantindo-lhe um melhor posicionamento, estabilização e/ou função. São normalmente confeccionadas sob medida e servem  no auxílio de mobilidade, de funções manuais (escrita, digitação, utilização de talheres, manejo de objetos para higiene pessoal), correção postural, entre outros. É um apoio ou dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar os aspectos funcionais ou estruturais do sistema neuromusculoesquelético para obtenção de alguma vantagem mecânica ou ortopédica.. Refere-se aos aparelhos ou dispositivos ortopédicos de uso provisório ou não, destinados a alinhar, prevenir ou corrigir deformidades ou melhorar a função das partes móveis do corpo
São exemplos de órteses: Palmilha ortopédica, tutores, joelheiras, coletes, munhequeiras entre outros.
De acordo com suas funções as órteses  recebem as seguintes  classificações:
  1. Estabilizadoras: Mantém uma posição e impedem movimento indesejado, o que dá a esse tipo, utilidade como correção de pé equino, fraturas e dores, e para diminuir a amplitude articular de um segmento inflamado ou doloroso. .
  2. Funcionais: Também conhecidas de dinâmicas, são mais flexíveis, e permitem um movimento limitado.
  3. Corretoras: Indicadas para corrigir deformidades  esquelética. Geralmente tem seu uso em idades infantis para corrigir membros em desenvolvimento.
  4. Protetoras: Mantém protegido um órgão  afetado.
Para a utilização pedagógica com alunos com deficiência  física, o tipo de órtese utilizada  é do tipo funcional.


Descrição: C:\Users\Antonio\Desktop\tec_assist1.jpg

Fig. 1:  Aluno digita em teclado convencional utilizando uma órtese.

Nesse caso específico a órtese tem a função de auxiliar ao aluno numa  atividade de escrita no computador, no teclado convencional, com o apoio de uma órtese moldável, ajustada e fixada á sua mão.” Na ponta da órtese, local que toca as teclas, existe uma ventosa de borracha que possibilita a aderência do recurso à tecla.” (SARTORETO, 2010, p. 13)
A habilidade funcional do aluno que poderá ser ampliada com uso desse recurso é a habilidade de escrita. Ao  aluno que tem dificuldades de desenvolver  refinamentos motores, este é um dos recursos fundamentais para auxiliá-lo nessa atividades.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

SARTORETO, Maria Lúcia. A Educação Especial na Perspectivam da Educação Inclusiva: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e alternativa. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010       V. 6 (Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar)
SITES:

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Encontrei  dois sites muito interessantes!
Visitem!!!
www.a77.com.br
www.atividadeseducativas.com.br

domingo, 4 de agosto de 2013

AEE Fechamento _ alopes



AEE fechamento_alopes


A disciplina AEE foi muito importante pois proporcionou-me alguns esclarecimento fundamentais sobre  o meu  “fazer” na sala de recurso multifuncionais. Alguns pais pensam o AEE como um  reforço  escolar. Isso às vezes é reforçado por gestores escolares os quais anseiam por resultados mensuráveis de desempenho escolar.
 Como professora  do AEE, muitas vezes senti-me muito solitária e insegura, porque se  a escola  não   tem a resposta esperada,  somos questionadas como se tivéssemos a solução prontinha para desempenho.  Com essa disciplina aprendi que o papel do professor do AEE é estimular o desenvolvimento de competência básicas para a aprendizagem visando o desenvolvimento do aluno nas habilidades escolares mas, ensinar disciplinas curriculares, não compete ao professor do AEE. Agora posso argumentar isso com mais segurança.
Devo interagir com os professores da sala regular,  sugerir ações pedagógicas que melhor  atendam aos alunos  assistidos no AEE e observando esses  professores, conhecer a dinâmica da aula e do aluno na sala regular. De quais atividades eles mais gostam e aquelas nas quais tem mais dificuldade.
Quanto ao estudo de caso, esse é muito importante porque nos permite conhecer melhor o aluno, suas limitações, seus potenciais, seu contexto social extra -escolar, os fatores  que  tem influência significativa na vida do aluno, a história  de suas primeiras aprendizagem, qual a “força” do vínculo da criança e de sua família com a escola, quem a acompanha enfim, obtemos uma visão panorâmica sobre esse aluno, visão essa que nos dá condição de organizar melhor nossas ações.
 De posse desse conhecimento podemos elaborar um plano  de ensino para esse aluno, focado no seus potenciais de aprendizagem, fazer adequação de materiais, de estratégias de ação e de organização do tempo e do modo de assistência: individual ou em grupo. Dessa forma a assistência na sala de recursos multifuncionais será mais positiva.
Um plano de AEE focado nos potenciais de aprendizagem do aluno, contribui significativamente para a aprendizagem desse aluno pois  todas as atividades propostas são direcionadas especificamente para estimular o desenvolvimento de determinadas  habilidades as quais serão pontos de apoio para outras aprendizagem mais complexas, as aprendizagens propostas na sala regular.