sábado, 28 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Tecnologia assistiva – um meio que torna atividades educacionais acessíveis
Tecnologia
assistiva – um meio que torna atividades educacionais acessíveis
Órteses
são recursos de tecnologia assistiva
funcionais que potencializam qualidade de vida no processo de cura ao aliviar a articulação,
ou, no caso de condições crônicas, para aliviar a articulação ao oferecer um
apoio consistente e proporcionar autonomia na realização de determinadas
tarefas.
Órteses
são colocadas junto a um segmento corpo, garantindo-lhe um melhor
posicionamento, estabilização e/ou função. São normalmente confeccionadas sob
medida e servem no auxílio de
mobilidade, de funções manuais (escrita, digitação, utilização de talheres,
manejo de objetos para higiene pessoal), correção postural, entre outros. É um
apoio ou dispositivo externo aplicado ao corpo para modificar os aspectos
funcionais ou estruturais do sistema neuromusculoesquelético para obtenção de
alguma vantagem mecânica ou ortopédica.. Refere-se aos aparelhos ou
dispositivos ortopédicos de uso provisório ou não,
destinados a alinhar, prevenir ou corrigir deformidades ou melhorar a função
das partes móveis do corpo
São
exemplos de órteses: Palmilha ortopédica,
tutores,
joelheiras, coletes, munhequeiras
entre outros.
De acordo
com suas funções as órteses recebem as
seguintes classificações:
- Estabilizadoras: Mantém uma posição e impedem movimento indesejado, o que dá a esse tipo, utilidade como correção de pé equino, fraturas e dores, e para diminuir a amplitude articular de um segmento inflamado ou doloroso. .
- Funcionais: Também conhecidas de dinâmicas, são mais flexíveis, e permitem um movimento limitado.
- Corretoras: Indicadas para corrigir deformidades esquelética. Geralmente tem seu uso em idades infantis para corrigir membros em desenvolvimento.
- Protetoras: Mantém protegido um órgão afetado.
Para a
utilização pedagógica com alunos com deficiência física, o tipo de órtese utilizada é do tipo funcional.

Fig. 1:
Aluno digita em teclado convencional utilizando uma órtese.
Nesse
caso específico a órtese tem a função de auxiliar ao aluno numa atividade de escrita no computador, no
teclado convencional, com o apoio de uma órtese moldável, ajustada e fixada á
sua mão.” Na ponta da órtese, local que toca as teclas, existe uma ventosa de
borracha que possibilita a aderência do recurso à tecla.” (SARTORETO, 2010, p.
13)
A
habilidade funcional do aluno que poderá ser ampliada com uso desse recurso é a
habilidade de escrita. Ao aluno que tem
dificuldades de desenvolver refinamentos
motores, este é um dos recursos fundamentais para auxiliá-lo nessa atividades.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
SARTORETO, Maria Lúcia. A Educação Especial na
Perspectivam da Educação Inclusiva: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação
aumentativa e alternativa. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de
Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010 V. 6 (Coleção A Educação Especial na
Perspectiva da Inclusão Escolar)
SITES:
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
AEE Fechamento _ alopes
AEE fechamento_alopes
A disciplina AEE foi muito
importante pois proporcionou-me alguns esclarecimento fundamentais sobre o meu “fazer”
na sala de recurso multifuncionais. Alguns pais pensam o AEE como um reforço escolar. Isso às vezes é reforçado por gestores
escolares os quais anseiam por resultados mensuráveis de desempenho escolar.
Como professora do AEE, muitas vezes senti-me muito solitária
e insegura, porque se a escola não tem a resposta esperada, somos questionadas como se tivéssemos a
solução prontinha para desempenho. Com essa
disciplina aprendi que o papel do professor do AEE é estimular o
desenvolvimento de competência básicas para a aprendizagem visando o
desenvolvimento do aluno nas habilidades escolares mas, ensinar disciplinas
curriculares, não compete ao professor do AEE. Agora posso argumentar isso com
mais segurança.
Devo interagir com os
professores da sala regular, sugerir
ações pedagógicas que melhor atendam aos
alunos assistidos no AEE e observando
esses professores, conhecer a dinâmica
da aula e do aluno na sala regular. De quais atividades eles mais gostam e aquelas
nas quais tem mais dificuldade.
Quanto ao estudo de caso,
esse é muito importante porque nos permite conhecer melhor o aluno, suas
limitações, seus potenciais, seu contexto social extra -escolar, os fatores que tem
influência significativa na vida do aluno, a história de suas primeiras aprendizagem, qual a “força”
do vínculo da criança e de sua família com a escola, quem a acompanha enfim,
obtemos uma visão panorâmica sobre esse aluno, visão essa que nos dá condição
de organizar melhor nossas ações.
De posse desse conhecimento podemos elaborar
um plano de ensino para esse aluno,
focado no seus potenciais de aprendizagem, fazer adequação de materiais, de
estratégias de ação e de organização do tempo e do modo de assistência:
individual ou em grupo. Dessa forma a assistência na sala de recursos
multifuncionais será mais positiva.
Um plano de AEE focado nos
potenciais de aprendizagem do aluno, contribui significativamente para a
aprendizagem desse aluno pois todas as
atividades propostas são direcionadas especificamente para estimular o
desenvolvimento de determinadas habilidades as quais serão pontos de apoio
para outras aprendizagem mais complexas, as aprendizagens propostas na sala
regular.
Assinar:
Postagens (Atom)


